Ao adentrar no salão principal, os príncipes do Êrebo se deparam com um mortal sentado pro trono do meio.
Baal, o Senhor da Destruição, o mais novo, se enfurece e pergunta - O que faz aqui meu brinquedo? Ainda não chegou a tua hora!
Diablo, o Senhor do Temor, sorri ironicamente dizendo - Aqui não aceitamos voluntários, reles mortal.
Mas Mephisto, o mais velho e Senhor do Ódio pergunta, estranhamente calmo - Como chegaste aqui antes de morrer criatura repugnante?
Com o semblante calmo e um cigarro na mão o homem levanta rodeando os três tronos feitos de metais pretos com relevos em forma de faces sofridas, saboreando o último trago restante e jogando o que sobrou num rio de labaredas que faziam sua sombra bruxulear nas paredes do salão...
- Responder sua pergunta é fácil! - diz o homem - Fizeram de minha vida, durante 50 anos, um inferno tão grande que não tive problemas em caminhar pelo submundo. Desde o barqueiro ao Cérbero, todos me conhecem! Seus guardas, seus vassalos, até seus generais me consideram um ídolo por ter superado o que me fazem passar, olhem vocês mesmo os presentes!
Duriel, seu Cavaleiro da Dor, me deu este manto para que eu vista qualquer alma que mereça gritar pela eternidade...
Andariel, a linda Donzela da Angústia, me ofereceu este anel para que nele eu reflita a alma que consumirá a só mesmo...
Belial, o Lord das Mentirase presenteou com este bracelete que faz com que todos mintam como eu quiser.
Azmodan o "Papa dos Pecadores" deu-me este colar que me manterá sempre forte e jovem enquanto eu pecar!
Viu em que vocês me transformaram? Não há nada que possam fazer pra me parar. Até entrar aqui e desfrutar das regalias Inferno-Reais foi fácil
Olhem como ficou bem em mim! A coroa de Mephisto o cajado do Diablo e o cinturão de Baal! Cansei do joguinho de vocês, vocês não vão brincar mais com a minha vida! Que tal um acordo?
Quem você pensa que é? - Pergunta o indignado Mephisto.
Sou o único que sobreviveu ao capricho dos três! E sou o único que pode manter o poder de vocês! Vim aqui propor um acordo. Em minha mão direita, recebi o poder de destruir vocês, um Homem chamado Deus me ofereceu paz e tranqüilidade em um lugar chamado paraíso. Onde nada de mal me aconteceria. Mas em minha mão esquerda recebi o poder de fazer o que eu quiser.
Fico eu agora entre acreditar em um Deus que nunca vi mas que me prometeu nunca mais ser molestado por vocês e agir como eu quiser...
Não posso acreditar nele nem deixa que vocês continuem a manipular minha vida... Mas penso que se eu destruir vocês o que será Dele? Não haverá equilíbrio...
Então proponho a vocês o seguinte... Vocês continuarão governando o submundo, persuadindo os mortais, mas EU andarei livre pela terra, imune às suas garras apenas porque o que quero é que estejam abaixo de mim! Não quero ser o senhor do inferno, quero apenas ser intocável por vocês!
Atordoados com a decisão do mortal e sem saber o que fazer os príncipes do fogo confabulavam sobre como resolver isso e acabar logo com a vida deste até então simples mortal...
Decidiram então que matá-lo seria a opção mais cabível para que isso tudo acabasse. E deram início a sua trama...
- Caro mortal, é um insulto ter você em nossos tronos nos colocando condições e impondo vontades, mas mesmo assim resolvemos escolher.
Subindo as escadas em direção aos tronos, Mephisto em um rápido movimento, transforma seu braço em uma lâmina sangrenta decepando o braço direito do homem fazendo com que ele queime no rio de fogo.
- E agora mortal? - pergunta o ceifador - Acha que tem poder sobre nós? Acha que pode nos controlar? Mostraremos a você quem somos!
Mesmo sem seu braço o homem começa a gargalhar incessantemente, deixando o mais velho dos daemons indignado.
- Porque ainda ri? Sua opção de acabar conosco foi destruída, basta darmos fim a sua vida!
- Antes tivesse me matado e a sorte seria responsável por escolher... Agora você não tem escolha... A vontade de Deus você anulou mas a minha sobrevive! HAHAHAHA! Seu requinte de crueldade se voltou contra você!
Estarei na terra observando por vocês meros vassalos...
Se corpo inflama em chamas rapidamente fazendo com que vire pó e volte ao plano dos vivos... Agora um simples homem, vaga pela terra impune, imune e poderoso.
Quem sabe ele não esteja sentado ao seu lado.
Fico eu agora entre acreditar em um Deus que nunca vi mas que me prometeu nunca mais ser molestado por vocês e agir como eu quiser...
Não posso acreditar nele nem deixa que vocês continuem a manipular minha vida... Mas penso que se eu destruir vocês o que será Dele? Não haverá equilíbrio...
Então proponho a vocês o seguinte... Vocês continuarão governando o submundo, persuadindo os mortais, mas EU andarei livre pela terra, imune às suas garras apenas porque o que quero é que estejam abaixo de mim! Não quero ser o senhor do inferno, quero apenas ser intocável por vocês!
Atordoados com a decisão do mortal e sem saber o que fazer os príncipes do fogo confabulavam sobre como resolver isso e acabar logo com a vida deste até então simples mortal...
Decidiram então que matá-lo seria a opção mais cabível para que isso tudo acabasse. E deram início a sua trama...
- Caro mortal, é um insulto ter você em nossos tronos nos colocando condições e impondo vontades, mas mesmo assim resolvemos escolher.
Subindo as escadas em direção aos tronos, Mephisto em um rápido movimento, transforma seu braço em uma lâmina sangrenta decepando o braço direito do homem fazendo com que ele queime no rio de fogo.
- E agora mortal? - pergunta o ceifador - Acha que tem poder sobre nós? Acha que pode nos controlar? Mostraremos a você quem somos!
Mesmo sem seu braço o homem começa a gargalhar incessantemente, deixando o mais velho dos daemons indignado.
- Porque ainda ri? Sua opção de acabar conosco foi destruída, basta darmos fim a sua vida!
- Antes tivesse me matado e a sorte seria responsável por escolher... Agora você não tem escolha... A vontade de Deus você anulou mas a minha sobrevive! HAHAHAHA! Seu requinte de crueldade se voltou contra você!
Estarei na terra observando por vocês meros vassalos...
Se corpo inflama em chamas rapidamente fazendo com que vire pó e volte ao plano dos vivos... Agora um simples homem, vaga pela terra impune, imune e poderoso.
Quem sabe ele não esteja sentado ao seu lado.